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BRUNO WANDERMUREMADVOCACIA ESPECIALIZADA
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Direito Criminal

Defesa em crime de roubo

O roubo é a subtração de coisa alheia mediante violência ou grave ameaça (CP, art. 157). Costuma envolver prisão em flagrante ou preventiva, e a prova frequentemente depende do reconhecimento da vítima e de imagens.

A defesa examina desde a legalidade da prisão até a forma como o reconhecimento foi feito e a correta classificação do fato, que muda muito as consequências do caso.

Como o caso costuma se desenvolver

  1. Prisão e custódia

    Na maioria dos casos, prisão em flagrante e audiência de custódia, em que se discute a liberdade.

  2. Investigação

    Depoimentos, reconhecimento de pessoas, imagens de câmeras e apreensões.

  3. Processo

    Instrução com testemunhas e interrogatório, e sentença com a classificação do crime e das causas de aumento.

Penas e causas de aumento

A pena do roubo é de 4 a 10 anos de reclusão. Há aumento, por exemplo, em caso de concurso de pessoas ou emprego de arma (art. 157, §§ 2º e 2º-A), e penas próprias quando há lesão grave ou morte (§ 3º). O latrocínio é julgado por juiz singular, e não pelo júri (Súmula 603 do STF).

Pontos que a defesa examina

Entre as questões mais frequentes:

  • Reconhecimento de pessoas: se seguiu as formalidades do CPP, art. 226.
  • Imagens e provas técnicas: origem, integridade e o que realmente mostram.
  • Existência de violência ou grave ameaça (roubo x furto).
  • Causas de aumento imputadas, como uso de arma, e a prova delas.
  • Legalidade da prisão e possibilidade de liberdade provisória.

Atuação

Como atuo em casos de roubo

  1. 01

    Atuação desde o flagrante e na audiência de custódia.

  2. 02

    Análise do reconhecimento de pessoas e das imagens.

  3. 03

    Questionamento das causas de aumento imputadas.

  4. 04

    Pedidos de liberdade provisória e habeas corpus.

  5. 05

    Defesa na instrução, alegações finais e recursos.

Dúvidas

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre roubo e furto?

No roubo há violência ou grave ameaça contra a pessoa; no furto, não. Essa diferença muda a pena e as possibilidades de defesa.

O reconhecimento pela vítima basta para condenar?

O reconhecimento deve seguir o procedimento do CPP, art. 226, e ser analisado junto com as demais provas. Falhas no procedimento podem ser questionadas pela defesa.

Quem é preso por roubo pode responder em liberdade?

Pode, dependendo das circunstâncias do caso e dos antecedentes. A decisão é tomada na audiência de custódia e pode ser revista.

Fale com o advogado

Pelo WhatsApp ou por telefone. Descreva a situação em poucas palavras; documentos e prints podem ser enviados em seguida.

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